terça-feira, 27 de março de 2012
O Percussionista
Percussionista é músico que toca instrumentos de percussão. O profissional é encarregado de tocar uma grande variedade de instrumentos, mas existem percussionistas especialistas em um instrumento. No caso de se especializarem em uma orquestra ou na musica popular brasileira, podem ser chamados como timpanísta, xilofonista, zabumbeiro, pandeirista e congueiro. O termo ritmista também se refere ao percussionista no universo das baterias de escolas de samba e também de grupos de música popular. O ritmista geralmente é especialista em um instrumento.
O percussionista é fundamental na maior parte dos conjuntos musicais populares para manter o tempo da música constante, dando aos demais músicos uma base rítmica sobre a qual tocar. A percussão também é fundamental para definir o caráter ou personalidade da música, através de efeitos sonoros e intervenções esporádicas de instrumentos como chocalhos, carrilhões, chicotes, entre outros. Na maior parte dos casos, os percussionistas também são responsáveis por tocar apitos, buzinas e outros instrumentos de sopro de altura indefinida.
Muitas sociedades possuem músicas interiamente executadas por instrumentos de percussão, particularmente tambores, que estão entre os instrumentos mais antigos do mundo. Muitos percussionistas ficaram famosos na execução de seus instrumentos e alguns deles adquiriram renome suficiente para serem líderes de seus próprios conjuntos.
Carnaval da Percussão 2012
Este ano o Carnaval de Salvador tem como tema a percussão, e homenageia todos os percussionistas. Estes músicos têm um trabalho de grande valia, pois além de proporcionarem alegria, ritmo, dança e ginga para as bandas e artistas, muitos realizam trabalhos sociais que têm suma importância para muitas comunidades pobres e desprovidas de privilégios, que através da música conseguem enxergar no horizonte a realização de sonhos. Muitos jovens conquistam sua dignidade e sustentabilidade financeira através dos instrumentos percussivos.
Carlinhos Brown e Vovô do Ilê são alguns dos mestres que levam a percussão a sério através de grupos como a Timbalada e o Ilê Aiyê, ou outros como o Olodum, Araketu e Banda Didá fazem a música e o aprendizado serem agentes modificadores de muitas vidas.
Nomes ainda como Emerson Taquari, Marcos Suzano, Gustavo de Dalva, Mônica Millet, Peu Meurray, Gabi Guedes, Orlando Costa, Márcio Victor, Fábio Obrian, Wilson Café, Cara de Cobra, Binho Cunha, Dito Regis, Lucas de Gal, Leonardo Reis e Rudson Daniel não podem ser esquecidos.
Neguinho do Samba, Ramiro Musotto, Fabrício Scaldaferri (Banda Eva) e Hebe (percussionista cruzalmense) são profissionais que deixaram saudade e marcaram suas passagens pela música e pelo que se propuseram a fazer, com muito amor e dedicação.
Além de Hebe, que deixa muita saudade, Meyre Kal trabalhou com alguns percussionistas que merecem destaque, dentre eles: Binho Cunha, Fabrício Salomão, Junior Oliveira (Pica Pau), Cesar Ribeiro, Vavá e Joelson.
O Nosso Salve à Todos os Percussionistas!
Carlinhos Brown e Vovô do Ilê são alguns dos mestres que levam a percussão a sério através de grupos como a Timbalada e o Ilê Aiyê, ou outros como o Olodum, Araketu e Banda Didá fazem a música e o aprendizado serem agentes modificadores de muitas vidas.
Nomes ainda como Emerson Taquari, Marcos Suzano, Gustavo de Dalva, Mônica Millet, Peu Meurray, Gabi Guedes, Orlando Costa, Márcio Victor, Fábio Obrian, Wilson Café, Cara de Cobra, Binho Cunha, Dito Regis, Lucas de Gal, Leonardo Reis e Rudson Daniel não podem ser esquecidos.
Neguinho do Samba, Ramiro Musotto, Fabrício Scaldaferri (Banda Eva) e Hebe (percussionista cruzalmense) são profissionais que deixaram saudade e marcaram suas passagens pela música e pelo que se propuseram a fazer, com muito amor e dedicação.
Além de Hebe, que deixa muita saudade, Meyre Kal trabalhou com alguns percussionistas que merecem destaque, dentre eles: Binho Cunha, Fabrício Salomão, Junior Oliveira (Pica Pau), Cesar Ribeiro, Vavá e Joelson.
O Nosso Salve à Todos os Percussionistas!
segunda-feira, 26 de março de 2012
Bateria e Percussão na Funarbe
CULTURA - Bateria e Percussão na Funarbe
Funarbe promove oficina de bateria e percussão
A Fundação Artístico-Cultural de Betim (Funarbe) promoverá, entre os dias 19 a 23 de março, no Centro Popular de Cultura (CPC) Norte, uma oficina gratuita de capacitação em bateria e percussão com o baterista e percussionista Xande Oliveira. O workshop é voltado para músicos e pessoas que já tenham contato com esses instrumentos.
Durante os cinco dias, os participantes terão a oportunidade de compartilhar técnicas e improvisações diversas com o músico. É necessário levar um par de baquetas e um praticável (suporte para treinamento) para participar das aulas. E o melhor de tudo é que os horários serão flexíveis, de acordo com a demanda. Será possível participar do workshop de manhã, tarde ou noite. A duração das oficinas será de 1h30 e cada turma terá, no máximo, 20 alunos.
"É a primeira vez que fazemos uma oficina nestes moldes. Estamos atendendo uma demanda daqueles que fizeram cursos nos Centros Populares de Cultura e agora querem continuar a capacitação. Nossa expectativa é de fazermos outras", conta o superintendente da Funarbe, Robson Pinho.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Lojista faz show de percussão para atrair clientes em Salvador
“A gente toca para chamar a atenção dos turistas. Mesmo quando não compram nada, eles param para assistir ao show”, diz Gomes.
Entre os amigos que participam das exibições está o japonês Yoshitomo Suzuki, de 28 anos. Há cinco anos, ele veio passar férias no Brasil e se apaixonou pela cultura afro. “Eu me interessei pela sonoridade da música baiana porque não tem nada parecido em nenhum lugar do mundo. Resolvi, na época, fazer aula de percussão e de capoeira”, diz.
turistas que desfilam nos blocos
(Foto: Gilberto Silva/G1)
As crianças são alunas do projeto Escola Fundação Cultura e Dança, do governo do estado. Além de Suzuki e Gomes, Leo Jesus, de 28 anos, também é voluntário da ação e, sempre que pode, participa dos shows em frente à loja de instrumentos.
“Aqui é o ponto histórico mais importante da nossa cidade. Quando os turistas chegam, eles conhecem a arquitetura e vão se acostumando também com a nossa música, que é nosso patrimônio cultural”, afirma Jesus.
Lembranças musicais
Depois que assistem à apresentação, muitos turistas não resistem e acabam comprando os instrumentos. “Primeiro, eles levam os mais compactos para sair nos trios. Muitos estrangeiros, que nunca viram o carnaval baiano, voltam aqui depois dos desfiles para comprar instrumentos maiores como lembrança. Quando não levam grandes, escolhem miniaturas”, diz Gomes.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Instrumento de percussão
È um instrumento musical cujo som é obtido através da percussão (impacto), raspagem ou agitação, com ou sem o auxílio de baquetas. Das formas de classificação de instrumentos musicais, esta é a menos precisa e a que possui a maior variedade de instrumentos, a maior parte dos quais possuem altura indeterminada (ou seja, não podem ser precisamente afinados). Esses são utilizados primordialmente com função rítmica, como é o caso da maior parte dos tambores, o triângulo e os pratos. Os instrumentos de percussão de altura definida, como os xilofones podem ser utilizados com função melódica e harmônica.
Embora haja uma variedade de instrumentos produzidos especificamente com essa finalidade, qualquer batuque feito com objetos comuns pode ser considerado como percussão. É possível assim fazer a percussão em uma música utilizando tampas de panela, potes de alimento, mesas, cadeiras, caixas, talheres, pratos, copos e mesmo objetos mais complexos como máquinas de escrever.
Embora haja uma variedade de instrumentos produzidos especificamente com essa finalidade, qualquer batuque feito com objetos comuns pode ser considerado como percussão. É possível assim fazer a percussão em uma música utilizando tampas de panela, potes de alimento, mesas, cadeiras, caixas, talheres, pratos, copos e mesmo objetos mais complexos como máquinas de escrever.
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